O câncer de próstata é uma das doenças que mais afetam a população masculina, principalmente a partir dos 50 anos. Por muitos anos, os tratamentos disponíveis envolviam procedimentos invasivos, longos períodos de recuperação e impactos significativos na qualidade de vida do paciente. No entanto, os avanços na medicina vêm transformando esse cenário.
Nos últimos anos, novas abordagens têm permitido tratar o câncer de próstata de forma menos agressiva, mais eficaz e com menos efeitos colaterais. “Técnicas como a cirurgia robótica, a radioterapia de intensidade modulada (IMRT), a braquiterapia e até tratamentos focados com ultrassom de alta intensidade (HIFU) estão ganhando espaço em centros médicos especializados” – expõe o Dr. Lawrence Aseba Tipo, médico urologista.
Esses métodos modernos são mais precisos, oferecem maior controle sobre as áreas afetadas e reduzem os danos aos tecidos saudáveis ao redor da próstata. Como resultado, o tempo de recuperação é menor, e os pacientes conseguem retomar suas atividades com mais rapidez e segurança.

Um defensor dessas novas práticas é o Dr. Lawrence Aseba Tipo, que vem se destacando pelo uso de tecnologia aliada à humanização do atendimento. Em entrevista ao portal G1, o especialista ressaltou como os tratamentos modernos oferecem mais esperança aos pacientes, sem abrir mão da empatia no processo de cuidado.
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A escolha do tratamento mais adequado depende do estágio da doença, das condições de saúde do paciente e da avaliação médica criteriosa. Por isso, é fundamental que homens acima dos 40 anos mantenham uma rotina de exames preventivos, garantindo diagnósticos precoces e mais opções terapêuticas eficazes.
Com os avanços da ciência, o futuro do tratamento do câncer de próstata é promissor. Menos invasivo, mais tecnológico e, acima de tudo, mais humano. A prevenção e o acesso à informação seguem sendo pilares fundamentais nessa jornada pela vida.