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Folha Médica > Blog > Notícias > Quando a prescrição altera a estratégia de cobrança em crédito não performado
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Quando a prescrição altera a estratégia de cobrança em crédito não performado

Dmitry Ignatov
Dmitry Ignatov Published fevereiro 26, 2026
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Quando a prescrição interfere na recuperação de crédito não performado, Felipe Rassi analisa como ajustar a estratégia de cobrança para reduzir riscos e preservar resultados.
Quando a prescrição interfere na recuperação de crédito não performado, Felipe Rassi analisa como ajustar a estratégia de cobrança para reduzir riscos e preservar resultados.
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Conforme esclarece Felipe Rassi, a prescrição é um fator que pode mudar o caminho de cobrança porque ela limita, no tempo, a possibilidade de exigir judicialmente determinado crédito. Nesse sentido, em carteiras de NPLs, o tema não pode ser tratado de forma genérica, pois o impacto prático depende do tipo de relação, do histórico do contrato e de eventos que podem alterar a contagem, como negociações formalizadas e medidas de cobrança já adotadas.

Por que prescrição não é só um prazo “no calendário”? 

Prescrição é, em essência, um limite jurídico para o exercício de pretensão em juízo. Assim, não basta olhar o atraso e contar tempo de forma simplificada, pois a contagem pode ser influenciada por marcos relevantes, como vencimentos, renegociações e registros de cobranças anteriores. Por outro lado, ignorar esses marcos tende a gerar decisões ruins, seja por judicializar tarde demais, seja por tentar sustentar tese sem base documental adequada.

Diante da prescrição no crédito não performado, Felipe Rassi apresenta caminhos estratégicos para reestruturar a cobrança com mais segurança jurídica e eficiência.
Diante da prescrição no crédito não performado, Felipe Rassi apresenta caminhos estratégicos para reestruturar a cobrança com mais segurança jurídica e eficiência.

Felipe Rassi explicita que a leitura prudente começa com a organização do histórico: datas de vencimento, datas de pagamentos, termos de renegociação e qualquer evento que altere as condições originais. Consequentemente, a análise evita suposições, já que o risco de prescrição costuma aparecer justamente quando o histórico é fragmentado e não permite identificar marcos com clareza.

Como a prescrição interfere na negociação extrajudicial

A prescrição costuma ser lembrada como tema processual, mas ela também influencia a negociação extrajudicial. Felipe Rassi percebe que, quando o tempo é um fator de risco, prolongar tratativas sem critério pode reduzir a margem de manobra, pois o credor pode perder a oportunidade de escolher o melhor caminho. Em paralelo, a negociação pode ser usada para buscar solução mais rápida, porém isso exige governança, com prazos internos e critérios de escalonamento.

Por outro lado, negociar sem lastro documental tende a aumentar o ruído, porque o devedor questiona saldo, titularidade e encargos, e o ciclo se alonga. Portanto, quando a prescrição é preocupação, organizar memória de cálculo e prova mínima do crédito é parte da estratégia, pois a decisão sobre judicializar depende do que pode ser demonstrado de forma consistente.

Decisão sobre judicialização e seleção de casos

Quando o risco prescricional se aproxima, a escolha de ajuizar ou não ajuizar precisa ser econômica e documentalmente coerente. Felipe Rassi nota que a judicialização não deve ser acionada como reflexo automático, pois ela tem custo, demanda prova mais rigorosa e pode gerar incidentes que alongam o processo. Ainda assim, há cenários em que a medida judicial é o caminho que preserva a possibilidade de cobrança, especialmente quando a negociação não evolui.

Nesse contexto, segmentar a carteira ajuda a priorizar. Assim, casos com documentação consistente e saldo rastreável podem ser escalados com mais rapidez, enquanto casos com lacunas exigem saneamento ou reavaliação de viabilidade. Consequentemente, a estratégia deixa de ser “tratar tudo igual” e passa a ser “tratar o que é demonstrável primeiro”, reduzindo o risco de perda por falta de tempo.

Como a cessão de crédito conversa com o risco de prescrição

Em carteiras cedidas, a prescrição também se conecta à cadeia de titularidade. Conforme detalha Felipe Rassi, o atual titular precisa demonstrar legitimidade e, ao mesmo tempo, entender o histórico do crédito, pois a contagem e os marcos relevantes não desaparecem com a transferência. Por outro lado, anexos incompletos e histórico truncado dificultam a leitura do risco, já que não permitem mapear com precisão os eventos que influenciam a contagem.

Diante do exposto, Felipe Rassi indica que o risco de prescrição exige método: organizar histórico, segmentar casos, definir prazos internos de negociação e escolher o caminho compatível com a prova disponível. Por fim, quando a estratégia considera tempo e demonstrabilidade ao mesmo tempo, a cobrança tende a ser conduzida com menos ruído e maior previsibilidade, sem depender de improviso.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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